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<title>Matemáticos. </title>
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<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 00:16:47 +0100</pubDate>
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<title>Matemáticos. </title>
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	<title>Educação do brasileiro</title>
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		<description><![CDATA[<p style="margin-left: 40px; margin-right: 40px" class="MsoNormal" align="justify"><font size="3"><em>Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros freqüentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.</em></font></p>
<p style="margin-left: 40px; margin-right: 40px" class="MsoNormal" align="justify"><font size="3"><em>Uma outra notícia importante na área educacional diz respeito ao índice de analfabetismo. Recente pesquisa do PNAD - IBGE mostra um queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (1992 a 2002). Em 1992, o número de analfabetos correspondia a 16,4% da população. Esse índice caiu para 10,9% em 2002. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante mostra que, em 2006, 97% das crianças de sete a quatorze anos frequentavam a escola.</em></font></p>
<p style="margin-left: 40px; margin-right: 40px" class="MsoNormal" align="justify"><em><font size="3"><img id="image325865" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/educacao-no-brasil.gif" alt="educacao-no-brasil.gif" width="600" height="428" align="middle" /></font></em></p>
<p style="margin-left: 40px; margin-right: 40px" class="MsoNormal" align="justify"><em><font size="3">  </font></em></p>
<p style="margin-left: 40px; margin-right: 40px" class="MsoNormal" align="justify"><font size="3">Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.</font></p>
<p style="margin-left: 40px; margin-right: 40px" class="MsoNormal" align="justify"><em><img id="image326154" style="width: 233px; height: 261px" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/a-educacao-no-brasil.jpg" alt="a-educacao-no-brasil.jpg" width="233" height="261" align="middle" /></em></p>
<p><a href="http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/06/10/educacao-do-brasileiro#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 02:10:25 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Força</title>
	<link>http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/04/10/forca</link>
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		<description><![CDATA[<p><em><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">O conceito cientifico de força foi introduzido nos quadros do pensamento</font></span></em><em><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">humano por Johannes Kepler (1571 -1630), o astrônomo alemão que se tornou</font></span></em></p>
<p style="margin: 2.4pt 0cm" class="MsoNormal"><em><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">famoso principalmente por ter descoberto as leis do movimento dos planetas em torno do Sol. O conceito dominante de força, antes de Kepler, era o dos aristotélicos: força podendo ser apenas empurrão ou puxão. O conceito de força que vamos apresentar a seguir, e que adotamos por julgar o mais conveniente para as nossas finalidades, é o conceito clássico, construído por Galileu e Newton.</font></span></em></p>
<p><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span style="color: blue; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>A definição de força</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>As situações apresentadas acima são, em traços gerais, as que foram</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>imaginadas por Galileu e sobre as quais Newton se apoiou para definir o ente que chamamos força. Elas fundamentam, essencialmente, a nossa crença de que:</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>1) se um corpo estiver em repouso, para pô-lo em movimento é necessário fazer agir alguma coisa sobre ele;</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>2) se a velocidade de um corpo aumenta, é porque alguma coisa' age sobre ele;</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>3) se a velocidade de um corpo diminui, é porque alguma coisa age sobre ele;</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>4) se a velocidade de um corpo muda de direção, é porque alguma coisa age sobre ele.</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>A essa alguma coisa capaz de pôr em movimento um corpo que está.em repouso, ou capaz de modificar 'de alguma forma a sua velocidade, é que Newton denominou força, sendo a seguinte a definição por ele apresentada:</em></span></font></span></p>
<p> <span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span style="color: blue; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>A definição newtoniana de força :</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>Chama-se força atuante sobre um corpo a qualquer agente capaz de modificar o seu estado de repouso ou de movimento retilíneo e uniforme.</em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>Analisando esta definição de força observamos essencialmente o seguinte:</em></span><em><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'">constatado, de alguma forma, que os diversos corpos que integram o nosso Universo não estão sempre em repouso, ou sempre em movimento retilíneo e uniforme; mas sim que as suas velocidades sofrem, ou podem sofrer, alterações, achou-se conveniente pensar que as variações de velocidade de um corpo qualquer são </span><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Comic Sans MS'">conseqüência da ação de algum ente. Introduziu-se, portanto, no quadro dos<span style="color: black"> </span>elementos por meio dos quais estudamos os fenômenos observáveis no nosso<span style="color: black"> </span>Universo, uma entidade considerada responsável por variações de velocidades. Tal<span style="color: black"> </span>entidade foi denominada </span><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Comic Sans MS'">força</span></em><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>. 0 peso de um corpo, por exemplo, é uma força;<span style="color: black"> </span>quando queremos abrir ou fechar uma porta, aplicamos-lhe uma força, etc. É<span style="color: black"> </span>extremamente importante observar que  </em></span></font></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><em><strong>repouso e movimento são sempre relativo a<span style="color: black"> </span>um bem determinado referencial. Conseqüentemente podemos dizer que as forças<span style="color: black"> </span>atuantes sobre um corpo dependem estreitamente do referencial que se considere.<span style="color: black"> </span>Esta observação é fundamental para a compreensão da Mecânica, e muitas discussões<span style="color: black"> </span>estéreis serão evitadas se procedermos corretamente, especificando, sem<span style="color: black"> </span>ambigüidade, qual o referencial que está sendo utilizado. (É muito importante<span style="color: black"> </span>discutirmos o problema fundamental do referencial).</strong></em></span></span></font></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><em><strong>É importante chamar a atenção para o fato experimental de que uma força só</strong></em></span><span><strong><em>ficará completamente caracterizada se conhecermos não só o seu valor numérico, isto é, o seu módulo, mas também a sua direção e o seu sentido. Conseqüentemente uma força pode ser adequadamente representada por um segmento de reta orientado, se tal segmento for traçado de uma forma tal que:</em><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><em>1) o seu comprimento indique, numa escala previamente convencionada, o módulo da força;</em></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><em>2) a direção e o sentido do segmento Indiquem a direção e o sentido da força. diz ainda a experiência que forças se somam de acordo com a regra do polígono.</em></span></strong><span><em><strong>Conseqüentemente força é vetor.</strong></em><em> </em></span> <span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><em><img id="image271715" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/imagem1.bmp" alt="imagem1.bmp" width="308" height="294" align="middle" /></em></font></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br /> </font></span></span></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="color: black"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br /> </font></span></span></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="color: black"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br />
<p style="margin: 2.4pt 0cm" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><strong><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">Fig. A - 0 bloco representado na figura</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">acima está em equilíbrio, por hipótese.</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">Conseqüentemente a mola deve estar</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">exercendo Sobre ele uma força </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">f</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">,vertical,</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">dirigida de baixo para cima e de módulo</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">igual ao do peso do bloco.</span><br /> </strong></p>
<p style="margin: 2.4pt 0cm" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p> <span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><strong><img id="image271716" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/ffaaafaf.bmp" alt="ffaaafaf.bmp" width="385" height="294" align="middle" /></strong></font></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br /> </font></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br /> </font></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><strong>Fig. B - 0 mesmo bloco considerado na</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">figura A está em equilíbrio, por hipótese,</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">numa nova situação. Conseqüentemente</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">as molas devem estar exercendo sobre ele</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">forças cuja soma deve ser igual a uma</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">força </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">f</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">, vertical, dirigida de baixo para</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">cima e de módulo Igual ao do peso do</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">bloco. Traçando-se os segmentos</span><br /> </strong></p>
<p style="margin: 2.4pt 0cm" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p> </font></span></font></span></span></span></span></font></span>
</p>
<p><a href="http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/04/10/forca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 03:10:36 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>1ª Lei de Newton</title>
	<link>http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/04/10/1-lei-de-newton</link>
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		<description><![CDATA[<p><font size="5" color="#0000ff"><em><strong>Inércia : </strong></em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">Até o início do século XVII, pensava-se que para manter um corpo em movimento era necessário que atuasse uma força sobre ele. Essa idéia foi revista por Galileu, que afirmou: "Na ausência de uma força, um objeto continua a mover-se com movimento retilíneo e com velocidade constante".<br /> Galileu chamou de Inércia a tendência que os corpos apresentam para resistirem à mudança do movimento em que se encontram.<br /> Alguns anos mais tarde, Newton com base nas idéias de Galileu, estabelece a primeira lei do movimento, também conhecida como Lei da Inércia:<br /> </font><font size="3"><em><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">"Qualquer corpo permanece no estado de repouso ou de movimento retilíneo uniforme se a resultante das forças que atuam sobre esse corpo for nula". </span><br /> </em>Assim, se o corpo estiver em repouso continuará em repouso; se estiver em movimento, continuará o seu movimento em linha reta e com velocidade constante.</font></span><br /> </font><font size="5" color="#0000ff"><br /> </font><font size="5" color="#0000ff"><br />
<p style="margin: 1pt 0cm" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">Veja alguns exemplos:</font></span></p>
<p style="margin: 1pt 0cm" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p> <span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><img id="image271707" style="width: 273px; height: 156px" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/fisica2.jpg" alt="fisica2.jpg" width="273" height="156" align="middle" />  </font></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br /> </font></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br /> </font></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><br />
<p style="margin: 1pt 0cm" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><strong>Ao puxar bruscamente, a cartolina acelera e a moeda cai dentro do copo.</strong></span></em></span></em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><img id="image271708" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/fisica3.jpg" alt="fisica3.jpg" width="307" height="200" align="middle" /></em></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br /> </span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><strong>Quando o cavalo freia subitamente, o cavaleiro é projetado.</strong></span></em></em></span><br /> </span></p>
<p> <span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br />
<p style="margin: 1pt 0cm" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p> <span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br /> </span></span><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><strong>Veja o exemplo do cavalo e do cavaleiro. Quando o cavalo pára subitamente, o cavaleiro que estava em movimento tende a continuar em movimento, logo este é lançado para frente. O exemplo ilustra bem a importância do uso do cinto de segurança quando andamos de automóvel. Se os passageiros estiverem soltos no interior do automóvel, qualquer movimento brusco, como o de uma travagem ou um choque acidental, o automóvel irá parar subitamente, e os passageiros serão projetados, tendendo a continuar o movimento que possuíam antes. O cinto de segurança é uma maneira de prender os passageiros ao banco do carro.<span style="font-family: 'Comic Sans MS'"> </span></strong></em></span></p>
<p> </span></span></span></font></span></font>
</p>
<p><a href="http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/04/10/1-lei-de-newton#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 02:45:35 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>3ª Lei de Newton</title>
	<link>http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/04/10/3-lei-de-newton</link>
	<guid>http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/04/10/3-lei-de-newton</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 14pt; color: blue; font-family: 'Comic Sans MS'"><em>Lei de Ação e Reação:</em> </span></strong><em><font size="3"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'">Sempre que uma partícula, 1, estiver exercendo uma força sobre uma outra partícula, 2, esta outra estará, reciprocamente, exercendo também uma força sobre a partícula 1, a tais forças serão sempre colineares, de módulos iguais a sentidos opostos.</span> </font></em> </p>
<p style="margin: 1pt 0cm; text-indent: 18pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><font size="3">Com dois ímãs, dois carrinhos de brinquedo ligados a um pedaço de barbante se pode verificar experimentalmente a validade da 3a lei de Newton, da forma relativamente muito simples a convincente ilustrada a descrita nas figuras 1 e 2.</font></em></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><font size="3">Fig. 1:</font></em></span></p>
<p><em><font size="3"><img id="image271686" style="width: 561px; height: 173px" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/imagem.bmp" alt="Fig. 1" width="561" height="173" align="middle" /></font></em></p>
<p> <font size="3"><span><span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">Fig. 1 - Prende-se dois ímãs a dois carrinhos e a seguir coloca-se os dois carrinhos sobre</font></span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">uma superfície plana a horizontal a de uma forma tal que os pólos norte dos dois ímãs</font></span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">fiquem voltados um para o outro. Largando-se a seguir os dois carrinhos observa-se que</font></span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">eles passam a se mover, com movimentos acelerados, afastando-se um do outro. Tal fato</font></span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">ocorre porque o ímã 1 exerce sobre o ímã 2 uma força , enquanto que o ímã 2 exerce</font></span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><em><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">também uma outra força sobre o ímã 1, tais forças tendo sentidos opostos.</font></span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"></span></span><br />
<p style="margin: 2.4pt 0cm; text-indent: 18pt; text-align: justify"><em>.</em></p>
<p> </span></font><br />
<p style="margin: 2.4pt 0cm; text-indent: 18pt; text-align: justify"><span style="color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><em><font size="3">Fig. 2:</font></em></span></p>
<p> <em><font size="3"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><img id="image271628" style="width: 525px; height: 148px" class="imgcentro" src="http://mate_matica.nireblog.com/blogs3/mate_matica/files/164646464.bmp" alt="164646464.bmp" width="525" height="148" align="middle" /></span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span></font></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br /> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br /> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br /> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Comic Sans MS'"><br />
<p style="margin: 1pt 0cm; text-indent: 18pt" class="MsoNormal"><em><font size="3"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">Fig. 2 - Com um pedaço de barbante liga-se um carrinho ao outro e a seguir coloca-se os dois carrinhos (com os imãs presos a eles, como no caso dá fig.1) sobre uma superfície plana a horizontal. Largando-se os dois carrinhos observa-se que eles ficam em repouso.Conseqüentemente tem-se que |f<sub>12</sub>|=|f<sub>11</sub>|, pois que se fosse </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><span> </span></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">|f<sub>12</sub>|</span><span style="font-family: Symbol">¹</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">|</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">f<sub>11</sub>|, o sistema</span><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">constituído pelos carrinhos e imãs não ficaria em repouso, de acordo com a 1ª e a 2ª leis de</span><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">Newton.</span></font></em></p>
<p> <span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><em><font size="3"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">  Das três leis de Newton a 3ª é a que oferece menores dificuldades de</span><br /> </font></em></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><em><font size="3"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">verificação experimental. Em compensação é precisamente essa 3a lei que mais confusões tem trazido ao aluno da escola secundária, a isto pelo fato de ser comum, a título de simplificar a apresentação da Mecânica nos cursos elementares, dizer-se que a 3a lei de Newton afirma que a toda ação corresponde uma reação igual a contrária. Esta forma de enunciar a 3a Lei de Newton não é apenas incorreta pelo fato de ser ambígua, mas também por ser conceitualmente errônea.É fundamental que se enuncie a 3ª lei de Newton da forma segundo a qual nós a apresentamos anteriormente, isto é, dizendo-se, explicitamente: quando uma partícula 1 estiver exercendo uma força f<sub>12</sub> sobre uma outra partícula, 2, esta, reciprocamente, estará também exercendo uma força f<sub>21</sub> sobre a partícula 1, a tais forças são colineares, de módulos iguais a sentidos opostos. É fundamental chamar a atenção para o fato de que as forças de ação a reação, f<sub>12</sub>, não são apenas tais que f<sub>12 </sub>=f<sub>21</sub>, mas também que atuam em partículas distintas (a f<sub>12</sub> é a força que a partícula 1 exerce sobre a partícula 2, e, portanto, atua sobre a partícula 2, enquanto que</span><span> f<sub>21</sub></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"> é a força que a partícula 2 exerce sobre a partícula 1, e, portanto, atua sobre a partícula 1). </span></font></em></p>
<p> <span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><em><font size="3"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">O enunciado newtoniano,realçando este fato, evita automaticamente que se incorra no erro (tão difundido) consubstanciado no raciocínio seguinte: suponhamos que uma pessoa, para empurrar um automóvel que está em repouso, exerça sobre ele uma certa força , f . Ora, de acordo com a 3ª lei de Newton, que diz que a toda ação corresponde uma reação igual a</span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'">contrária, aparecerá uma reação, f</span><span style="font-size: 7pt; font-family: 'Comic Sans MS'">* </span><span>= -f</span><span> . </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><span> </span>Conseqüentemente será sempre nula a soma das forças que atuam sobre o automóvel, e, portanto, de acordo com a 1ª lei de Newton, ele continuará em repouso. </span><br /> </font></em></span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><br /> </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><br /> </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><em><font size="3"><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"> </span><span style="font-family: 'Comic Sans MS'"> </span> </font></em></p>
<p> </span></span></span>
</p>
<p><a href="http://mate_matica.nireblog.com/post/2008/04/10/3-lei-de-newton#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 02:20:02 +0100</pubDate>	</item>
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